o raciocínio exige mediações que a intuição exclui

 

(…)

A demonstração, escreve Leibniz, é  “um raciocínio pelo qual uma proposição passa a certeza”. Mas o profano espanta-se sempre que seja preciso um raciocínio  para validar  proposições geométricas que à primeira vista lhes parecem “evidentes”. (Do mesmo modo, as crianças ficam sempre um tanto desconcertadas  nos seus primeiros cursos de geometria). Schopenhauer  comparava de forma burlesca  o matemático a um homem que corta as duas pernas  para poder andar  sobre canadianas. Porquê substituir por bengalas do raciocínio 0 impulso espontâneo e imediato da intuição?

(…)

A. Vergez ; D Huisman. Logique. Nathan. Paris:

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